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Um… desabafo?

Eu fiz de novo. Não pude me conter, é quase como se fosse uma obsessão.

Automutilação não se faz somente com ferimentos externos/físicos, se faz também quando você se diminui, quando você olha para o outro e pensa por horas “Por que a vida dele é tão melhor que a minha?” ou “Por que ele é feliz e eu não?” ou “Por que não eu, também?” . Perguntas, formulações de frases que machucam muitas vezes mais que um corte ou uma pancada.

Talvez todos nós devêssemos olhar um pouco pra nós mesmo com um pouco mais de carinho. Enxergar que, poxa, nossa vida não é tão devastadora assim. Claro que temos nossos altos e muitos  m u i t o s  baiixos, mas olhando para o MEU agora, eu posso ver que:

a) Eu já estive muito pior que isso. Eu já suportei muita mais que isso.

b) Eu não tenho  que me comparar com ninguém. Por mais perfeito e excitante que a vida de fulano seja, você não enxerga no outro a luta, o choro, a perda, a dor. Inacreditavelmente nos comparamos a seres inexistentes, porém vivos e eternos somente na nossa mente. 

c) Eu posso ser e fazer o que eu quiser. Já passou o tempo de luto, eu estou me reerguendo de um modo que eu nunca sonharia! Eu voltei a levantar da cama com um pouco mais de prazer. Eu voltei a sonhar nem que seja com algo tão pequeno como a dança, o ballet. Voltando a cada dia aos poucos daquela pessoa que eu quero ser. Isso é inigualável.

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d) Eu posso cair, mas eu já passei por tanta coisa em 19 anos que, todo o mal que a vida possa me fazer não será capaz de romper com o emocional forte e inabalável que eu estou criando a cada vez que levanto da cama, a cada vez que decido fazer algo por mim, a cada vez que eu saio de casa e escolho viver um novo HOJE. São minhas pequenas-grandes vitórias e ninguém nunca poderá tirar isso de mim.

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O pedido de socorro ignorado

Psicólogos veem o suicídio (32 mortes a cada 24 horas) como pedido de socorro ignorado .

Doença afeta 4,4% da população mundial e 5,8% dos brasileiros (cerca de 11,5 milhões de brasileiros), segundo dados da OMS. Brasil é o país com maior prevalência de ansiedade no mundo: 9,3%.

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 Brasil é o país com maior prevalência de depressão da América Latina e o segundo com maior prevalência nas Américas, ficando atrás somente dos Estados Unidos, que têm 5,9% de depressivos.

O país com menor prevalência de depressão nas Américas é a Guatemala, onde 3,7% da população tem o transtorno. Já o país com menor prevalência de depressão no mundo, segundo o relatório, são as Ilhas Salomão, na Oceania, onde a depressão atinge 2,9% da população.

Além dos Estados Unidos, os países que têm prevalência de depressão maior do que o Brasil são Austrália (5,9%), Estônia (5,9%) e Ucrânia (6,3%).

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Brasil é recordista em ansiedade

O número de pessoas com transtornos de ansiedade era de 264 milhões em 2015, com um aumento de 14,9% em relação a 2005. A prevalência na população é de 3,6%. É importante observar que muitas pessoas têm tanto depressão quanto transtornos de ansiedade.

O Brasil é recordista mundial em prevalência de transtornos de ansiedade: 9,3% da população sofre com o problema.

A o   t o d o ,  s ã o   1 8 , 6   m i l h õ e s   d e   p e s s o a s .

 

Suicídio
Em 2015, 788 mil pessoas morreram por suicídio. Isso representou quase 1,5% de todas as mortes no mundo, figurando entre as 20 maiores causas de morte em 2015. Entre jovens de 15 a 29 anos, o suicídio foi a segunda maior causa de morte.

Depressão

Atento a sintomas depressivos

A depressão pode ser caracterizada pelos seguintes pontos:

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No humor: ansiedade, apatia, culpa, descontentamento geral, desesperança, mudanças de humor, perda de interesse, perda de interesse ou prazer nas atividades, solidão, tristeza, tédio ou sofrimento emocional
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No comportamento: agitação, automutilação, choro excessivo, irritabilidade ou isolamento social
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No sono: despertar precoce, excesso de sonolência, insônia ou sono agitado
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No corpo: fadiga, fome excessiva ou inquietação
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Na cognição: falta de concentração, lentidão durante atividades ou pensamentos suicidas
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No peso: ganho de peso ou perda de peso
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Também é comum: abuso de substâncias ou falta de apetite
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Caso quaisquer desses sintomas persistir por mais de 2 semanas consecutivas, procure ajuda profissional.
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Profissionais indicados: Psiquiatra e Psicólogo